Covid-19 continua como emergência de saúde pública, informou a OMS

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Após reunião com o Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional, realizado na última sexta-feira (27), a Organização Mundial da Saúde (OMS( anunciou que ainda considera a Covid-19 uma emergência de saúde pública e, por isso, não pode decretar o fim da pandemia.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, reconheceu as opiniões do Comitê de que a pandemia, provavelmente, está em um ponto de transição, mas continua a “mitigar as possíveis consequências negativas”.

“Embora o mundo esteja em uma posição melhor do que durante o pico da transmissão Omicron há um ano, mais de 170 mil mortes relacionadas a Covid-19 foram relatadas globalmente nas últimas oito semanas”, informou o comunicado.

A agência ainda declarou que existe a preocupação com a evolução contínua do vírus no contexto da circulação descontrolada, principalmente com as variantes, e a diminuição na notificação de dados dos países relacionados à mortalidade, hospitalização e sequenciamento do vírus.

A OMS reiterou a importância do compartilhamento dessas informações para orientar a resposta pandêmica em andamento. Na declaração, a agência da ONU ainda confirmou que 13 bilhões de doses de vacinas já foram administradas em todo o mundo, com cobertura do primeiro esquema vacinal de 89% dos profissionais de saúde e 81% dos idosos.

Há exatos três anos, em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou a Covid-19 como emergência de saúde global e no período de a cada três meses o Comitê se reúne para reavaliar a possível reclassificação da doença.

Desde o inicio da pandemia, o Brasil já registrou mais de 36,8 milhões de casos positivos para Covid-19 e quase 700 mil óbitos.

Com informações da Band Noticias.

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