Autonomia do PIX entra no radar dos EUA e motiva pressões diplomáticas sobre o Brasil

0
15

O avanço do Pix no cenário internacional passou a configurar enttre os fatores de tensão nas relações financeiras entre o governo americano e o Brasil. Analistas de economia e política externa indicam que as medidas e propostas de tarifas de 25% aplicadas por washingthon buscam, prioritariamente, preservar o poder e o controle sobe o sistema global de pagamentos, indo além de uma simples disputa comercial com marcas privadas de cartão.

Especialistas apontam que a criação de sistemas públicos e gratuitos diminui a dependência de redes com sede nos Estados Unidos, como Visa e Mastercard, que costumam aplicar punições e bloqueios determinados pelo governo americano. Além disso, a inclusão bancária trazida pelo Pix aumentou o acesso a população às contas sem gerar submissão às taxas estrangeiras, fortalecendo a indepedência do Banco Central brasileiro e abrindo espaço para trocas comerciais e moedas locais.

O modelo também serve de exemplo no exterior. O Banco Central do Brasil já possui acordos de cooperação técnica com quase 50 países interessados em criar plataformas parecidas. Esse movimento segue uma tendência vista até na União Europeia, que desenvole o Euro Digital para reduzir a dependência de redes de fora e proteger o mercado europeu de interferências políticas e econômicas.

Para os analistas, a pressão dos EUA mostra uma reação política diante de ferramentas que evitam sanções e reduzem o domínio do dólar. Ao expandir um sistema financeiro próprio e exportar essa tecnologia para outras nações, o Brasil consolida uma ferramenta de liverdade econômica que muda o controle sobre a circulação de dinheiro no mundo.

Fontes:

Agência Brasil

Banco Central do Brasil (BCB)

The Economist

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here